segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Tlaloc

Na mitologia asteca, Tlaloc é o deus da chuva, o senhor do raio, do trovão, do relâmpago, senhor do inferno (Tlalocan). Assim como Quetzalcoalt, Tlaloc era um deus de Teotihuacan, que foi incorporado pelos Astecas quando conquistaram essa cidade.Tlaloc era uma divindade central ao culto agrário. Tlaloc era temido, e não apenas adorado, pois também lhe eram atribuídas certas doenças. Xochiquetzal era sua esposa. Mais tarde tornou-se poderosa divindade no panteão asteca, responsável pela bem-aventuraça no mundo dos mortos (Mictlan). As chuvas que Tlaloc mandava pelos os seus filhos, os Tlaloques, fecundavam os campos, onde o deus Xipe, o deus Cintéotl e o deus Xochipilli, se ocupavam.

Huitzlopochtli 

era odeus do Estado e da guerra asteca. Era o padroeiro da cidade de Tenochtitlán, capital da confederaçãoasteca.
Huitzilopochtli era uma divindade totalmente asteca sem nenhuma conexão com outra civilizaçãomesoamericana diferentemente de outros deuses do panteão asteca.E era o principal deus cultuado na capital do império Tenochtitlán.Comumente representado com seus membros pintados de azul com penas de beija-flor em sua perna esquerda além de uma lança cerimonial.A guerra e a morte estão bem entrelaçadas em suas manifestações rituais.Os beija-flores ,na cultura asteca e a ele associado em seu nome, eram considerados como sendo a alma de guerreiros perecidos que acompanhavam o Sol(Huitzilopochtli) em sua ronda diária pelo céu.O mito não deixa totalmente esclarecido se Huitzilopochtli foi um herói factualmente existente e posteriormente transformado em uma divindade ou se foi concebido como tal no panteão asteca,acredita-se que ele tenha iniciado a migração realizada pelos ancestrais do que depois seriam chamados de astecas em direção ao Lago Texcoco no século XII e as lendas em torno de nascimento apenas reforçam o que seria na verdade a transformação de um homem em divindade.Durante a migração rumo ao Lago Texcoco onde o império asteca de fato se estabeleceria uma figura de Huitzilopochtli foi conduzida por quatro sumo-sacerdotes onde segundo o mito teria feito promessas de vitórias em batalhas e conquistas sobre outros povos,consolidando seu caráter guerreiro.

Quetzalcóatl



Quetzalcóatl é uma divindade das culturas de Mesoamérica, em especial da cultura asteca, também venerada pelos toltecas e maias. É considerada por alguns pesquisadores como a principal dentro do panteão desta cultura pré-hispânica. Os astecas incorporaram esta deidade em sua chegada ao vale do México, no entanto modificaram seu culto, eliminando algumas partes, como a proibição dos sacrifícios humanos.
O nome de Quetzalcóatl é composto de duas palavras de origem náuatle: quetzal, que é uma ave de formosaplumagem que habita a selva centroamericana e cóatl, "serpente" e é usualmente traduzida como "Serpente Emplumada", "Pássaro Serpente", ou "Pássaro Serpente da Guerra"; Especula-se que a origem desta deidade provém da cultura olmeca, no entanto sua primeira aparição inequívoca ocorreu em Teotihuacan. A cultura teotihuacana dominou durante séculos o planalto mexicano. Sua influências culturais abarcaram grande parte da mesoamérica, incluindo as culturas maia, mixteca e tolteca. Os maias retomaram a Quetzalcóatl como Kukulkán.
Quetzalcoatl representa as energias telúricas que ascendem, daí a sua representação como uma serpente emplumada. Neste sentido, representa a vida, a abundância da vegetação, o alimento fisico e espiritual para o povo que a cultua ou o indivíduo que tenta uma ascese espiritual.
Posteriormente, passou a ser cultuado como deus representante do planeta Vênus, simultaneamente Estrela da Manhã e Estrela da noite, correspondendo, com o seu gêmeo Xolotl, à noção de morte e ressurreição. Deus do Vento e Senhor da Luz, era, por excelência, o deus dos sacerdotes. É às vezes confundido com o rei sacerdote de Tula. Governava o leste.
Segundo fontes incertas e tradições orais, uma das representações deste deus é um homem branco, barbado e de olhos claros. Esta representação seria uma das justificativas da teoria de que os povos indígenas, durante a conquista da Nova Espanha (Mesoamérica), acreditaram que Hernán Cortezera Quetzalcóatl. O acadêmico multiculturalista Serge Gruzinski, analisando as crônicas do século XVI sobre a conquista do México, compartilha da crença de que os astecas realmente acharam que Cortez fosse Quetzalcóatl e essa é uma das razões pela qual os espanhóis dominaram tão facilmente aAmérica Central.
O cacau, fruto tipicamente americano, era usado durante os rituais ao deus como uma bebida quente, o xocóatl, bebida que deu origem ao chocolate tão apreciado atualmente.

domingo, 6 de janeiro de 2013

O número 666

O último verso de Apocalipse 13, diz literalmente: “Aqui está a sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é o número de um homem; ora, esse número é seiscentos e sessenta e seis.”

Esse misterioso número – seiscentos e sessenta e seis – tem criado muito tipo de especulação entre os estudiosos da Bíblia. Para conhecer o significado desse número, é preciso conhecer algo de numerologia bíblica. Diferentemente da numerologia ocultista, que concede aos números poder para determinar o rumo e destino das pessoas e coisas, a numerologia bíblica é apenas simbólica.

O número sete, por exemplo, é símbolo de perfeição. Impressiona-nos o fato de que Deus abençoou o sétimo dia da semana e o reservou como sagrado, inteiramente pertencente a Ele. O número sete é mencionado 323 vezes na bíblia e, em todas elas, refere-se a Deus e Suas obras de misericórdia e de juízo. O número sete é símbolo de Deus, de Seu poder e de Seu governo.

Já o número seis é mencionado 92 vezes na Bíblia. Em todas elas se relaciona com o homem, sua natureza, suas obras, sua herança e seu destino. Por exemplo: desde a criação, o ser humano deveria trabalhar seis dias. O sétimo era de Deus. A Bíblia diz que o homem foi criado no sexto dia, e a partir dali, o número seis foi sempre símbolo do homem, e se relaciona com sua imperfeição. O ser humano só seria perfeito relacionando-se com seu Criador, simbolizado pelo número sete.

Sete é o número perfeito. Pertence a Deus e, portanto, simboliza o ideal divino. Seis é símbolo daquilo que não alcança a divindade. É símbolo do homem. Aproxima-se do número sete, mas nunca poderá alcançá-lo. Existe um abismo enorme entre o homem – identificado com o número seis da imperfeição – e o seu Criador, identificado com o número sete, completo e perfeito.1

Portanto, se queremos identificar o símbolo do número 666, não podemos fazê-lo levados pelo fanatismo irracional e premeditado, tentando atribuir a essa ou àquela pessoa o título da besta de Apocalipse 13. Existe um poder político/religioso, já vimos. E esse poder é identificado, além de outras características, pelo número 666.

→ É o número seis repetido três vezes. Seis é o símbolo do homem, existe neste poder um esforço humano desesperado e intensificado para alcançar a perfeição divina. Pretende ser Deus, mas não o é. Atribui-se prerrogativas divinas, mas não as tem. Exige dos homens adoração, mas não passa de um poder humano. Pode fazer o que quiser; exigir o que desejar, mas não passa de um ser humano.

É um engano que leva os homens a aceitarem o humano em lugar do divino. Que tranqüiliza as consciências dos homens, fazendo-os crer que servem a Deus, quando, na realidade, são súditos do inimigo, que vem disfarçado de religioso.
A Maldição do Carro de James Dean

Em setembro de 1955, James Dean morreu em um horrível acidente automobilístico no momento em que dirigia o seu carro esportivo da Porshe (mostrado na foto acima). Depois da batida, o carro parece que se tornou um tanto azarento.

a) Quando o carro foi rebocado para fora do local do acidente e levado a uma garagem, o motor deslizou e caiu em cima do mecânico, quebrando suas duas pernas.

b) Eventualmente, o mesmo motor foi comprado por um médico, que o colocou em seu carro de corrida, e foi morto logo depois, durante uma competição. Outro piloto de corrida, na mesma corrida, foi morto em seu carro, que possuía o eixo motor do antigo carro de James Dean acoplado a ele…

c) Quando o Porsche de James Dean foi mais tarde consertado, a garagem em que estava foi destruída pelo fogo.

d) Um tempo depois o carro foi exibido em Sacramento (cidade norte-americana), mas ele caiu de seu elevado e quebrou o quadril de um adolescente.

e) Em Oregon (estado norte-americano), o trailer que tinha o carro acoplado se soltou da barra de reboque e se chocou contra a fachada de uma loja.

f) Finalmente em 1959, o carro misteriosamente se quebrou em 11 peças, enquanto estava acomodado sobre um suporte de metal.
Livro de Abramelin

Tudo o que se sabe sobre Abraham, o mago, alquimista, teólogo e filósofo do século XIV é diretamente derivado do manuscritos de posse da Bibliotheque de l'Arsenal em Paris, um arquivo, deve-se dizer, rico em fontes originais do ocultismo medieval.


O Livro de Abramelin é dividido em três livros menores. O primeiro é a autobiografia de Abraham, o Judeu. Ele descreve os anos a procurar a Verdadeira e Sagrada Sabedoria, e as várias decepções dele no caminho. Nos últimos momentos antes de deixar a questão, Abraham se encontra com um perito egípcio chamado Abramelin que concorda em ensinar a ele a Magia Sagrada.

Abraham escreveu este texto por causa do seu filho mais jovem, Lamech. De acordo com a história, Abraham tinha que - na tradição de Judaísmo - conceder os mistérios da Qabalah ao filho mais velho. Porém, ele não desejou deixar Lamech sem a chave para a obtenção espiritual, e assim Abraham deixou para ele o Livro de Abramelin. Este primeiro livro termina com o pai instruindo o filho em que tipo de vida ele deve conduzir se completar a Operação, e como a Verdadeira e Sagrada magia deve ser empregada corretamente.

O próximo livro, então, é composto pelas instruções para a Magia Sagrada que Abraham reivindica ter copiado à mão do original de Abramelin. A primeira parte (Livro Dois da trilogia) descreve um procedimento fortemente envolvido de purificação e prece, que resulta no aparecimento do Anjo da Guarda do indivíduo. Abraham também gasta algum tempo no Livro Dois em que explica sua própria filosofia sobre magia. É onde o texto adverte contra usar qualquer outro grimório, sigilos ou nomes bárbaros de prece.

Num capítulo (Livro II, Cap. 6), ele relaciona uma alternativa maravilhosa para as horas Mágicas Salomônicas em detalhes. As purificações levam o padrão grimoriano na forma de reclusão, jejum, limpeza, e uma dose forte de oração. Um quarto separado, chamado Oratório, deve ser mantido em pureza extrema durante um período de seis meses, que é onde o Anjo aparecerá e se unirá com o aspirante no final deste período. Posteriormente, o Anjo assume a função de Professor para o aspirante, e é deste ser que a Verdadeira e Sagrada Sabedoria e Magia é descoberta.

Uma vez que a cooperação do Anjo está assegurada, a pessoa continua chamando os príncipes demoníacos como Lúcifer, Leviatã, Astaroth, Belzebud, e vários outros (doze no total). Estes seres são comandados a deixar um juramento de obediência ao magista, como também o uso de quatro espíritos familiares para tarefas práticas cotidianas.

O terço final do livro é uma coleção de Talismãs formados por quadrados-mágicos no qual os príncipes demoníacos e espíritos têm que jurar ao dar suas Obrigações. Cada talismã pode ser usado para comandar um espírito a executar uma tarefa então, em muito semelhante ao que é feito nas Clavículas de Salomão, o Rei. As funções desses Talismãs são comuns ao material dos grimórios - achando tesouros, causando visões, trazendo livros, vôo, curando o doente, etc.

Os quadrados-mágicos dados por este texto são freqüentemente confundidos como Selos no estilo da Goetia, onde a mera presença do Talismã é igual à presença dos espíritos. Isto levou a histórias de lendas-urbanas dos "perigos" existentes na posse dos Talismãs - ou pela simples posse do livro em si. Porém, não há nada de assinaturas ou Selos nestes Talismãs. Só raramente é que as letras dos quadrados de Abramelin formam nomes reconhecíveis, e então eles nunca são os nomes dos espíritos que são realmente associados com o talismã.

Eles só assemelham-se ao Goetia uma vez que os espíritos são ligados aos quadrados - mas isto só acontece depois do sexto mês de operação. Em si mesmos, os Talismãs parecem bastante inertes e inofensivos.


Tifon - o monstruoso deus da seca

Tifon é o deus da seca, mas não se pode nem um pouco compára-lo com um deus, ele é uma criatura extremamente cruel e poderosa, tão poderosa que todos os deuses fugiram ao ve-la.
Tifon é filho de Gaia e Tártaro, mas ele não nasceu de Gaia, Gaia ao perceber que estava gravida aproveitou e transformou seu ainda não nascido filho em uma semente e deu a Hera, Hera sem suspeitar de nada plantou a semente no jardim do Olimpo, quando Tifon surgiu todos os deuses fugiram apavorados para o Egito e se transformaram em animais, todos fugiram menos Atena que não teve covardia e se manteve em sua própria forma, Zeus irritado com a própria covardia volta a sua forma normal pega foice que Cronos usou para castrar Urano e ataca o terrivel Tifon, mas de nada adianta, pois Tifon facilmente desarma Zeus e ainda utiliza a foice para arrancar os nervos principais de Zeus o deixando inconsciente, ele arrasta Zeus para uma caverna e o prende, pede para que a monstra Delfina vigie Zeus enquanto ele sai a procura dos outros deuses.
Hermes junto com Pan, conseguiu libertar Zeus assustando Delfina (pois Pan é deus do medo também) Hermes acha as veias e as costura, Zeus imediatamente vai para o Olimpo e luta contra Tifon a batalha é tão grande que a terra, o céu e o mar começam a tremer, mas Zeus vence e prende Tifon no monte Edna onde Hefesto coloca suas mais pesadas bigornas por cima de suas cabeças, impedindo que ele se liberte.
Hesíodo descreveu Tifon em um texto : Tifon era tão alto que a sua cabeça batia nas estrelas, os braços enormes bloqueavam os raios do sol, e carvões em brasa saíam da sua boca. Havia um dragão de cem cabeças com línguas escuras em seus ombros, e dos seus olhos labaredas dardejavam. Sons estranhos provinham dessa cabeças. Algumas vezes os deuses podiam entendê-los facilmente, mas em outras pareciam os berros de touros enfurecidos. As vezes, rosnavam como leões, no momento seguinte, como cachorrinhos.