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terça-feira, 14 de junho de 2016

Selkies

 


As Selkies são um tipo de sereia do folclore das Ilhas Faroé, Escócia, Irlanda e Islândia. O que as difere das sereias tradicionais são sua cauda e pele, não metade peixe, mas sim de foca.

As lendas antigas sobre Selkies as descrevem como 'O Povo Foca'. Quando estão na água, se disfarçam entre as focas e vivem com elas, mas quando estão em pedras ou na terra, elas arrancam sua pele, ficando como humanos.



Em sua forma humana, as Selkies dançam nas praias como belas e encantadoras moças, mas não podem se afastar muito de sua pele de foca, pois sem ela, não possuem o poder e não conseguem voltar para o mar.


Lendas afirmam que se um homem humano rouba a pele de uma Selkie, ela é obrigada a se casar com ele, pode ter filhos (estes nascem com pés e mãos colados como os de uma foca) e uma vida doméstica normal, mas quando encontra sua pele, deixa tudo para trás e volta imediatamente para o mar.
Selkies do sexo masculino se transformam em homens muito bonitos, onde procuram aqueles que estão insatisfeitos com suas vidas, tais como mulheres solitárias que ficam à espera de seus maridos voltarem de longas pescarias.



Uma das histórias mais famosas sobre Selkies existe na Ilha de Mikladalur localizada nas Ilhas Faroé, onde um pescador observava as Selkies dançarem na praia, e um certo dia, ele esconde a pele de uma delas, e a faz de sua esposa. O pescador guarda a pele de foca em um baú de coisas íntimas. Um dia ele vai pescar, e esquece a chave em casa, até que a Selkie descobre, e assim que vê sua pele, se lembra do passado e em seguida foge para sua casa, onde reencontra sua família selkie.
O pescador resolve a seguir e encontra o marido da selkie e seus dois filhos em uma caverna, e os mata como punição, assim como outras focas que estavam em seu caminho. Ao descobrir, a Selkie jura vingança contra todos os homens da ilha de Mikladalur. Depois disso, muitos homens foram mortos afogados, jogados de penhascos. As mortes continuariam até que o povo selkie ligasse os braços de todos eles circulando a ilha. Em homenagem a mulher Selkie, uma estátua foi construida na pedra onde ela era avistada, e ficou conhecida como A Mulher Foca de Mikladalur.



A origem do povo Selkie é desconhecida, em algumas regiões, acreditam ser seres humanos com amor platônico, que se afogaram no mar, e foram condenados a viver como focas. Outras regiões dizem ser apenas o espírito de alguns afogados, que retornam como focas, ou até anjos caídos que virariam fadas se caíssem na terra, e selkies se caíssem no mar.

 
Selos turísticos das Ilhas Faróe
Um caso ocorrido nas Ilhas Órcades (Escócia) foi documentado pelo folclorista do século XIX Walter Traill Dennison, gira em torno de uma família cujos filhos nasceram com membranas entre os dedos, e que toda vez que eram cortadas, elas voltavam a nascer, muitas vezes após a retirada, as nadadeiras começaram a nascer na parte de trás das mãos e na sola dos pés, e a partir desse dia, elas foram vistas em todos os descendentes da tal família.

Brownies





Os Brownies (Duende Amigo) são um tipo de duende do folclore irlandês, pode ser considerado parente dos Domovoy da Rússia, ou dos Nisse ou Tomte da Finlândia por ter características semelhantes que também lembram um elfo doméstico.


Os Brownies são descritos como seres pequenos de pele enrugada, com cabelo encaracolado castanho ou dourado, vestindo um manto e capuz marrom.



Dizem que eles habitam as casas e gostam de ajudar nos afazeres domésticos, mas para isso
gostam de receber presentes em troca, seus favoritos são os alimentos, de preferencia Mel e Mingau.
Eles costumam abandonar a casa se seus donos não os presentear.



Brownies constroem suas casas ou ninhos em partes inutilizadas das casas, como sótãos ou porões. Alguns folcloristas afirmam que com o passar dos anos, os Brownies não podiam ser vistos por pessoas normais, mas sim aquelas que possuiam a segunda visão.

Acredita-se também que eles nunca falavam com os seres humanos, mas mantinham conversas frequentes e afetuosas entre si.



Em 1703 o Ministro John Brand descreveu Shetland na Escócia como sendo um ambiente habitado por tais seres:

''Não mais de 40 ou 50 anos atrás, cada família tinha um Brownie ou um espírito do mal,
que era lhes dado um sacrifício pelo seu serviço, oferecido em uma pedra chamada Pedra dos Brownies ou em uma pilha de palhas de milho, que mesmo não estando amarradas com cordas, a maior das tempestades não poderia desfazê-las.''



Existe um bolinho chamado Brownie, e acredita-se que leva este nome por serem 'marronzinhos' que seria a tradução do nome Brownies pela cor da pele ou das vestes dessas criaturas, o bolo antigamente era feito com melado, apenas mel, leite ou chocolate, hoje em dia são feitos com vários outros ingredientes como nozes e etc.

sábado, 2 de janeiro de 2016

Almas Gêmeas

 


Todo mundo quer encontrar um amor . Isso já é mais do que um fato e, isso muitas vezes nos leva a acreditar na teoria das Almas Gêmeas , o meu primeiro assunto do ano . A crença nas almas gêmeas vem desde o tempo em que Vênus e Eros criaram o amor. Na Teoria popular , as almas gêmeas são dotadas de um amor que " transcende barreiras temporais e dimensionais.Segundo Alan Kardeck , “A teoria das metades
eternas encerra uma simples figura, representativa da união de dois Espíritos simpáticos. Trata-se de uma expressão usada até na linguagem vulgar e que se não deve tomar ao pé da letra. Não pertencem decerto a uma ordem elevada os Espíritos que a empregaram (no sentido de metades eternas - grifo nosso). Necessariamente, limitado sendo o campo de suas idéias, exprimiram seus pensamentos com os termos de que se teriam utilizado na vida corporal. Não se deve, pois, aceitar a idéia de que, criados um para o outro, dois Espírito
s tenham, fatalmente, que se reunir um dia na eternidade, depois de haverem estado separados por tempo mais ou menos longo.”Porém esta
é uma relação espiritual ou não é exatamente o que as pessoas acreditam , ou vai muito além disso e , é o que vamos descobrir agora :

Almas gêmeas de fato existem ?

Alma gêmea no sentido em que a maioria das pessoas acredita existir , dua
s pessoas destinadas a amarem-se e encontrarem-se a cada encarnação , de fato não existem . O que no sentido espiritual , é verdade é a existência de espíritos com laços de afinidade muito fortes o que os levam a se encontrarem na vida quando encarnados .

Veja o que diz o livro dos espíritos sobre esta teoria popular :

299. Em que sentido se deve entender a palavra metade, de que alguns Espíritos se servem para designar os Espíritos simpáticos?

“A expressão é inexata. Se um Espírito fosse a metade do outro, separados os dois, estariam ambos incompletos.”


Como reconhecemos a nossa Alma gêmea ?

No processo de reconhecimento do espírito simpático , existem alguns sintomas físicos :

" - Em uma conversa, perceber que a conversa flui como se as duas pessoas se conhecessem há muito tempo.
- Ao se preparar para dormir, ter a impressão da presença física da pessoa.
- Coincidências de situações na vida.
- Sensações de estar em casa e em paz ao lado da pessoa.
- Não é uma paixão, com ansiedades, inseguranças
e expectativas comuns à paixão.
- Tem-se a certeza do eterno.
- Toda alma-gêmea é anunciada em sonhos.
- Existe um encanto no olhar, mesmo que a pessoa não seja bonita.
- Atração enigmática pela pessoa.
- Sente-se a presença nítida mesmo quando distante.
- Sonha-se freqüentemente com a pessoa, com impressões reais.
- Tem-se a sensação de que a busca acabou, com um sentimento de felicidade.
- Geralmente, só aparece numa fase mais madura da vida;
- Sensação de fazerem parte de um todo.
- Se têm filhos, eles são belos, inteligentes e saudáveis.
- Evitam o exagero sexual, embora sintam o desejo.
- Sensação de plenitude e otimismo.
- Ficam sintonizadas mental e espiritualmente; captam situações uma da outra, mesmo a distância.
- Sensação de terem vivido as mesmas experiências e o desejo de compartilhar tudo de bom ou ruim com a pessoa.
- Existe ternura nas palavras, na voz e nos gestos. "
( Partes "" retiradas da revista sexto sentido )

Há como separar o amor entre almas gêmeas ?
“Certamente, se um deles for preguiçoso.”

“Todos os Espíritos estão reciprocamente unidos. Falo dos que atingiram a perfeição. Nas esferas inferiores, desde que um Espírito se eleva, já não simpatiza, como antes, com os que lhe ficaram abaixo.” ( Livro dos espíritos )

Há como espíritos não simpáticos , tornarem-se almas gêmeas ?

“Todos o serão. Um Espírito, que hoje está numa esfera inferior, ascenderá, aperfeiçoando-se, à em que se acha tal outro Espírito. E ainda mais depressa se dará o encontro dos dois, se o mais elevado, por suportar mal as provas a que esteja submetido, permanecer estacionário.”


Succubus


Dizem que quando a noite cai, os demônios ficam livres e soltam seus terrores e trevas sobre a Terra, aterrorizando tudo que encontram, mas alguns deles não causam medo, pois usam artimanhas mais espertas para conseguirem o que querem, afinal nem só de medo vivem os malditos, algumas vezes eles querem algo a mais, exatamente como a Succubus.
Reza a lenda que quando os homens estão no mais profundo dos sonos, sonhando e indefesos, a Succubus invade o sonho com a aparência de uma bela mulher, escondendo sua face de demônio. Fala-se que o prazer que os homens sentem dormindo com essas mulheres no sonho é o que aumenta o poder do demônio, algumas vezes os atacados ficam doentes e algumas morrem, pois toda sua energia é sugada. 



Segundo o Malleus Maleficarum, também conhecido como O Martelo das Feiticeiras, esses seres roubam o esperma masculino para engravidar outras mulheres, que teriam filhos mais fracos, que seriam mais fáceis de serem atacados por outros demônios, criando uma espécie de raça mais fraca.
As Succubus são descritas como mulheres lindas, com asas de morcego e grandes seios, algumas vezes possuem chifres. Quando vistas nos sonhos nenhum homem consegue resistir e mesmo depois de acordado elas continuam na sua cabeça, sugando a energia do atacado, em alguns casos o homem fica tão apaixonado que morre por não poder mais ter a bela mulher.


Então tenha cuidado com seus sonhos, talvez aquela bela mulher que apareça para você seja um demônio, querendo apenas sugar sua energia até sua morte.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Mavutsin - o primeiro homem

Mavutsin - o primeiro homem

O primeiro homem (kamaiurá). No começo só havia Mavutsinim. Ninguém vivia com ele. Não tinha mulher. Não tinha filho, nenhum parente ele tinha. Era só. Um dia ele fez uma concha virar mulher e casou com ela. Quando o filho nasceu, perguntou para a esposa: É homem ou mulher? é homem. Vou levar ele comigo. E foi embora. A mãe do menino chorou e voltou para a aldeia dela, a lagoa, onde virou concha outra vez. - Nós - dizem os índios - somos netos do filho de Mavutsinim.



O primeiro Kuarup – a festa dos mortos
O primeiro Kuarup, a festa dos mortos (Kamaiurá) Mavultsinim queria que os seus mortos voltassem à vida. Foi para o mato, cortou três toros da madeira de kuarup, levou para a aldeia e os pintou. Depois de pintar, adornou os paus com penachos, colares, fios de algodão e braçadeiras de penas de arara. Feito isso, mavutsinim mandou que fincassem os paus na praça da aldeia, chamando em seguida o sapo cururu e a cutia (dois de cada), para cantar junto dos Kuarup. Na mesma ocasião levou para o meio da aldeia, peixes e beijus para serem distribuídos entre o seu pessoal. Os maracá-êp (cantadores), sacudindo os chocalhos na mão direita, cantavam sem cessar em frente dos kuarup, chamando-os à vida. Os homens da aldeia perguntavam a Mavutsinim se os paus iam mesmo se transformar em gente, ou se continuariam sempre de madeira com eram. Mavutsinim respondia que não, que os paus de kuarup iam se transformar em gente, andar como gente e viver como gente vive.
Depois de comer os peixes, o pessoal começou a se pintar, e a dar gritos enquanto fazia isso. Todos gritavam,. Só os maracá-êp é que cantavam. No meio do dia terminaram os cantos. O pessoal, então, quis chorar os kuarup, que representavam os seus mortos, mas Mavutsinim não permitiu, dizendo que eles, os kuarup, iam virar gente, e por isso não podiam ser chorados. Na manhã do segundo dia Mavutsinim não deixou que o pessoal visse os kuarup. "Ninguém pode ver" - dizia ele. A todo momento Mavutsinim repetia isso. O pessoal tinha que esperar. No meio da noite desse segundo dia os toros de pau começaram a se mexer um pouco. Os cintos de fios de algodão e as braçadeiras de penas tremiam também. As penas mexiam como se tivessem sendo sacudidas pelo vento.
Os paus estavam querendo transformar-se em gente. Mavutsinim continuava recomendando ao pessoal para que não olhasse. Era preciso esperar. Os cantadores - os cururus e as cutias - quando os kuarup começaram, a dar sinal de vida cantaram para que se fossem banhar logo que vivessem. Os troncos se mexiam para sair dos buracos onde estavam plantados, queriam sair para fora. Quando o dia principiou a clarear, os kuarup do meio para cima já estavam tomando forma de gente, aparecendo os braços, o peito e a cabeça. A metade de baixo continuava pau ainda. Mavutsinim continuava pedindo que esperassem, que não fossem ver. "Espera... espera... espera" - dizia sem parar.
O sol começava a nascer. Os cantadores não paravam de cantar,. Os braços dos kuarup estavam crescendo. Uma das pernas já tinha criado carne. A outra continuava pau ainda. No meio do dia os paus começavam a virar gente de verdade. Todos se mexiam dentro dos buracos, já mais gente do que madeira. Mavutsinim mandou fechar todas as portas., só ele ficou de fora, junto dos kuarup. Só ele podia vê-los, ninguém mais. Quando estava quase completa a transformação de pau para gente, Mavutsinim mandou que o pessoal saisse das casas para gritar, fazer barulho, promover alegria, rir alto junto dos kuarup. O pessoal, então, começou a sair de dentro das casas. Mavutsinim recomendava que não saíssem aqueles que durante a noite tiveram relação sexual com as mulheres.
Um, apenas, tinha tido relações. Este ficou dentro da casa. Mas não aguentando a curiosidade, saiu depois. NO mesmo instante, os kuarup pararam de se mexer e voltaram a ser pau outra vez. Mavutsinim ficou bravo com o moço que não atendeu à sua ordem. Zangou muito, dizendo: - O que eu queria era fazer os mortos viverem de novo. Se o que deitou com mulher não tivesse saído de casa, os kuarup teriam virado gente, os mortos voltariam a viver toda vez que se fizesse kuarup. Mavutsinim, depois de zagar, sentenciou: - Está bem. Agora vai ser sempre assim. Os mortos não reviverão mais quando se fizer kuarup. Agora vai ser só festa. Mavutsinim depois mandou que retirassem dos buracos os toros de kuarup. O pessoal quis tirar os enfeites, mas Mavutsinim não deixou. "Tem que ficar assim mesmo", disse. E em seguida mandou que os lançassem na água ou no interior da mata. Não se sabe onde foram largados, mas estão até hoje lá, no Morená.

Mumuru – a estrela dos lagos


Maraí, uma jovem e bela índia, muito amava a natureza. À noite, ficava a contemplar a chegada da Lua e das estrelas. Nasceu-lhe, então, um forte desejo de tornar-se uma estrela. Perguntou ao pai como surgiam aqueles pontinhos brilhantes no céu e, com grande alegria, veio a saber que Jacy, a Lua, ouvia os desejos das moças e, ao se esconder atrás das montanhas, transformava-as em estrelas. Muitos dias se passaram sem que a jovem realizasse seu sonho. Resolveu então aguardar a chegada da Lua junto aos peixes do lago. Assim que esta apareceu, Maraí encantou-se com sua imagem refletida na água, sendo atraída para dentro do lago, de onde não mais voltou. A pedido dos peixes, pássaros e outros animais, Maraí não foi levada para o céu. Jacy transformou-a numa bela planta, ganhando o nome de Mumuru, a vitória-régia. 


Mandioca - o pão indígena


Mara era uma jovem índia, filha de um cacique, que vivia sonhando com o amor e um casamento feliz. Certa noite, Mara adormeceu na rede e teve um sonho estranho. Um jovem loiro e belo descia da Lua e dizia que a amava. O jovem, depois de lhe haver conquistado o coração, desapareceu de seus sonhos como por encanto. Passado algum tempo, a filha do cacique, embora virgem, percebeu que esperava um filho. Para surpresa de todos, Mara deu à luz uma linda menina, de pele muito alva e cabelos tão loiros quanto a luz do luar.
Deram-lhe o nome de Mandi e na tribo ela era adorada como uma divindade. Pouco tempo depois, a menina adoeceu e acabou falecendo, deixando todos amargurados. Mara sepultou a filha em sua oca, por não querer separar-se dela. Desconsolada, chorava todos os dias, de joelhos diante do local, deixando cair leite de seus seios na sepultura. Talvez assim a filhinha voltasse à vida, pensava. Até que um dia surgiu uma fenda na terra de onde brotou um arbusto.
A mãe surpreendeu- se; talvez o corpo da filha desejasse dali sair. Resolveu então remover a terra, encontrando apenas raízes muito brancas, como Mandi, que, ao serem raspadas, exalavam um aroma agradável. Todos entenderam que criança havia vindo à Terra para ter seu corpo transformado no principal alimento indígena. O novo alimento recebeu o nome de Mandioca, pois Mandi fora sepultada na oca.


Yara - a rainha das águas


Yara, a jovem Tupi, era a mais formosa mulher das tribos que habitavam ao longo do rio Amazonas. Por sua doçura, todos os animais e as plantas a amavam. Mantinha-se, entretanto, indiferente aos muitos admiradores da tribo. Numa tarde de verão, mesmo após o Sol se pôr, Yara permanecia no banho, quando foi surpreendida por um grupo de homens estranhos. Sem condições de fugir, a jovem foi agarrada e amordaçada. Acabou por desmaiar, sendo, mesmo assim, violentada e atirada ao rio. O espírito das águas transformou o corpo de Yara num ser duplo. Continuaria humana da cintura para cima, tornando-se peixe no restante. Yara passou a ser uma sereia, cujo canto atrai os homens de maneira irresistível. Ao verem a linda criatura, eles se aproximam dela, que os abraça e os arrasta às profundezas, de onde nunca mais voltarão.